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sábado, 28 de março de 2009

Convite




A APPVR – Associação dos Portadores de Parkinson de Volta Redonda tem o prazer de convidá-lo a participar conosco do DIA INTERNACIONAL DA DOENÇA DE PARKINSON – 11 DE ABRIL, dia de conscientização em relação à doença de Parkinson.
JUNTE-SE A NÓS!

Local: Auditório da Unimed
Endereço: Av. Tancredo Neves, 2500 – Jardim Belvedere
PROGRAMAÇÃO:
o 15:00 horas: Credenciamento
o 15:30 horas: Abertura. – Associação: porque participar
o 16:00 horas: palestra com Dr.ª Fernanda Ferreira da Costa Pereira (neurologista)
o 17:00 horas: Exposição de trabalhos realizados por parkinsonianos
o 17:30 horas: Coquetel
o 18:00 horas: Encerramento

sexta-feira, 20 de março de 2009

Nova técnica consegue tratar Parkinson com estímulos elétricos na coluna


Estudo liderado pelo neurocientista Miguel Nicolelis foi feito com roedores.Pesquisa pôs instituição brasileira pela 1ª vez na capa da revista "Science".

FOTO:
Registro de atividade cerebral de rato com Parkinson antes (acima) e depois (abaixo) da estimulação na coluna (Foto: Divulgação)

Uma nova técnica criada por uma equipe liderada por um pesquisador brasileiro e testada com sucesso em camundongos pode dar grandes esperanças aos pacientes vitimados pelo mal de Parkinson. Ela conseguiu, em roedores, eliminar os sintomas da doença ao estimular com eletricidade o sistema nervoso a partir da medula espinhal.O trabalho foi chefiado por Miguel Nicolelis, da Universidade Duke, nos Estados Unidos, e do Instituto Internacional de Neurociências de Natal, no Rio Grande do Norte. O estudo ganhou a capa da edição desta semana do periódico científico "Science". "Estamos todos celebrando aqui. É o segundo estudo da Duke a fazer a capa da revista e o primeiro de uma pesquisa brasileira", disse Nicolelis ao G1, destacando a participação dos pesquisadores do IINN no resultado.

Leia entrevista de Miguel Nicolelis à revista Época Os resultados são tão promissores que os pesquisadores vão começar em breve os estudos com primatas , os testes serão feitos em Natal , e a expectativa é que os primeiros testes clínicos, com pacientes humanos, venham já no ano que vem.

Saiba mais
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A ideia que gerou o sucesso foi o resultado de encarar o cérebro e o mal de Parkinson de uma forma diferente da que é usualmente adotada pelos cientistas, segundo Nicolelis. "Nós estamos classificando a doença como algo da dinâmica cerebral, mais ou menos como é a epilepsia", explica. "Isso está produzindo uma nova teoria, em que precisamos olhar o cérebro como um todo, e daí surgem as ideias que estamos tendo, não só para o Parkinson, mas para outras doenças." O mal de Parkinson é uma doença neurodegenerativa que avança de forma progressiva, causando tremores incontroláveis e espasmos, e no fim das contas leva à morte.

Os pesquisadores partiram da premissa de que os sintomas surgem quando os neurônios que compõem o sistema nervoso parecem disparar todos em uníssono, simultaneamente , de forma similar à que acontece nos ataques epilépticos. O resultado, no caso, são os movimentos involuntários da vítima da doença. "O nosso tratamento funciona dessincronizando a ativação dos neurônios a partir de estimulação elétrica da coluna espinhal", conta Nicolelis. Procedimento semelhante, com estimulação elétrica, já é usado em pacientes, em conjunto com drogas, para aliviar os sintomas, mas o processo exige estimulação profunda do cérebro, abre-se o crânio do sujeito e espetam-se eletrodos no interior cerebral para fazer as descargas elétricas. Procedimento delicado e difícil de fazer. Nicolelis descobriu uma forma mais efetiva e menos invasiva de obter o efeito: as descargas elétricas agora vão na medula espinhal, mais acessível. "Nós abrimos uma pequena incisão na pele do animal e cortamos um pedacinho do osso, para ter acesso à medula", diz o cientista, explicando como foram feitos os testes com roedores.

Nos experimentos, ratos e camundongos com sintomas similares aos do mal de Parkinson se mostraram muito melhores ao controlar seus movimentos após a estimulação elétrica. Daí o ânimo dos cientistas em começar logo os testes em primatas e verificar se os benefícios também podem ser estendidos a ser humanos.

"Hoje, os esforços de estimulação profunda do cérebro beneficiam apenas uma pequena parcela dos pacientes", diz Nicolelis. "Com a nossa técnica, a tendência é que a grande maioria possa se beneficiar disso." O cientista tem a esperança de que o novo tratamento possa dar às vítimas do mal de Parkinson uma vida normal por mais tempo, além de maior longevidade, embora não seja uma cura propriamente dita. "Nossa técnica, caso funcione em humanos, poderia reduzir a dependência do paciente de grande quantidade de drogas", afirma.

Fonte: G1 - Ciência e Saúde

sexta-feira, 6 de março de 2009

11/04/09 - DIA INTERNACIONAL DO PARKINSONIANO

Neste dia estaremos realizando uma mobilização em Volta Redonda, com o objetivo de atrair um nº maior de portadores de Parkinson para a Associação.

Atividades:
- Palestra com neurologista
- Coquetel
- Exposição de trabalhos realizados por parkinsonianos
- Distribuição de camisetas para os associados
- Divulgação: Rádio, TV e Jornal
- Criar um slogan.
- Sensibilizar patrocinadores.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Fernando Pessoa


Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo..

E que posso evitar que ela vá a falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viverapesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas ese tornar um autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrarum oásis no recôndito da sua alma .

É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.

É saber falar de si mesmo.

É ter coragem para ouvir um 'não'.

É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?

Guardo todas, um dia vou construir um castelo...

Você é Especial


Um famoso palestrante começou um seminário segurando uma nota de 100 reais. Numa sala, com 200 pessoas ele perguntou:
"Quem quer esta nota de 100 reais?"
Mãos começaram a se erguer. Ele disse:
"Eu darei esta nota a um de vocês, mas primeiro, deixem me fazer isto!" - Então ele amassou a nota.
E perguntou, outra vez:
"Quem ainda quer esta nota?"
As mãos continuaram erguidas.
"Bom" - ele disse - "e se eu fizer isto?"
E ele deixou a nota cair no chão e começou a pisà-la e esfregá-la. Depois pegou a nota, agora imunda e amassada, e perguntou:
"E agora? Quem ainda quer esta nota?"
Todas as mãos continuaram erguidas.
"Meus amigos, vocês todos devem aprender esta lição: Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês ainda irão querer esta nota, porque ela não perde o valor.
Ela ainda valerá 100 reais. Essa situação também se da conosco.Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, pisoteados e ficamos sujos, por decisões que tomamos e/ou pelas circunstâncias que vêm em nossos caminhos. E assim, ficamos nos sentindo desvalorizados, sem importância. Porém, creiam, não importa o que aconteceu ou o que acontecerá, jamais perderemos nosso valor perante o Universo. Quer estejamos sujos, quer estejamos limpos, quer amassados ou inteiros, nada disso altera a importância que temos. A nossa valia. O preço de nossas vidas não é pelo que fazemos ou que sabemos, mas pelo que Somos!
Somos especiais! Você é especial. Muito especial !
Jamais se esqueça disso!

REMÉDIO CONTRA MAL DE PARKINSON PODE CAUSAR COMPORTAMENTOS COMPULSIVOS
ROMA, 24 JAN (ANSA) - O vício em jogos de azar, o consumismo, os excessos na alimentação e na vida sexual podem se desenvolver em pessoas que sofrem do Mal de Parkinson como efeito colateral dos medicamentos desenvolvimentos seu tratamento.É o que revela os estudos apresentados neste sábado em Montecatini Terme (Toscana) no Simpósio da Associação italiana Parkinsonianos (AIP).Segundo estudos recentes, um em cada dez que realiza tratamento contra o mal de Parkinson pode sofrer de condutas compulsivas, devido ao uso de medicamentos a base de dopamina.A dopamina garante um bom controle sobre a rigidez, a lentidão dos movimentos e do tremor corporal, sintomas mais evidentes da doença, que degenera o sistema nervoso e que atualmente na Itália atinge mais de 200 mil pessoas.Essa substância "é o neurotransmissor do movimento, mas também do prazer e da motivação", explicou Ubaldo Bonuccelli, do departamento de Neurociências da Universidade de Pisa.Em pacientes pré-dispostos o uso desses medicamentos "desencadeia um distúrbio de controle dos impulsos, o que possibilita o desenvolvimento de compulsões", diz o especialista.Pesquisas realizadas no Centro Parkinson dos Institutos clínicos de Aperfeiçoamento de Milão revelam que o jogo de azar está associado a um excessivo estímulo induzido pelos medicamentos contra o mal de Parkinson do hemisfério cerebral direito, onde se desenvolve a "criatividade". (ANSA)24/01/2009 15:40
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Este texo foi postado pelo GRUPO DE APOIO AO PORTADOR DE PK DE ARARANGUÁ no blog PARKINSONBR.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

ESTILO DE VIDA

Dr. João Carlos Papaterra Limongi é médico neurologista e professor na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Em entrevista ao Dr. Dráuzio Varela ele falou sobre Mal de Parkinson x estilo de vida:
Dráuzio: Quanto ao estilo de vida, que recomendações você faz para o paciente que apresenta os sintomas iniciais?

Limongi Em geral, eles chegam muito preocupados com o futuro. Querem saber como estarão dali a dois ou três anos. Procuro tranqüilizá-los, porque a evolução nem sempre é ruim e, com o advento de novas drogas, o controle da doença é mais eficaz. Mesmo as complicações da levedopa podem ser contornadas com mais facilidade e segurança.A primeira recomendação é que levem vida o mais saudável possível. Devem continuar trabalhando se têm habilidade intelectual para isso, e fazer atividade física. Dependendo do caso, podem freqüentar uma academia onde farão os exercícios com os outros alunos. Casos mais avançados, porém, são encaminhados para a fisioterapia porque exigem exercícios específicos. Manter o otimismo e a vontade de continuar levando vida normal ajuda muito a controlar a evolução dos sintomas.